não me fales da neve.
não me fales das pedras que apanho, nem do orvalho na giesta
não me fales das fragas, dos cavalos selvagens, nem das lagoas nos prados
não me fales das montanhas brancas que tocam o céu ou do ar rarefeito nos meus pulmões
não me fales dos risos pelos trilhos nem das mãos que se tocam
não me fales do pó, nem do calor, nem da sede ou dos poços nas hortas
não me fales da carqueja amarela, nem da casa dos nossos sonhos
não me fales da bruma no caminho, do pão ao almoço ou das árvores que trepo
não me fales das botas que moveram montanhas, nem das montanhas que moveram a minha vida
não me fales da neve...não digas nada.
não me fales das fragas, dos cavalos selvagens, nem das lagoas nos prados
não me fales das montanhas brancas que tocam o céu ou do ar rarefeito nos meus pulmões
não me fales dos risos pelos trilhos nem das mãos que se tocam
não me fales do pó, nem do calor, nem da sede ou dos poços nas hortas
não me fales da carqueja amarela, nem da casa dos nossos sonhos
não me fales da bruma no caminho, do pão ao almoço ou das árvores que trepo
não me fales das botas que moveram montanhas, nem das montanhas que moveram a minha vida
não me fales da neve...não digas nada.
.
3 comentários:
Não..., não..., não falo...
Apenas te digo as montanhas esperam por ti...
Tudo de bom para ti.
Falcãodonorte
... que te fizeram a ti...? ... que te puseram de mal contigo e de bem com a montanha...?...
BONITO!
E triste, pareceu-me.
Mas tu, espero que nao...
Beijinhos!!
Enviar um comentário