
Quem quer que sejamos deste lado, no éter ou no limbo da fibra óptica, nós mesmos ou a imagem do que gostariamos de ser, o certo é que se vão criando ligações e hábitos tão rotineiros como os do dia a dia.
É por isso que algumas das pessoas com quem me cruzo neste espaço digital, acabam sendo como um grupo de amigos que me visita em casa ou com quem tomo um café ao fim do dia.
Não interessa se vivem em Lisboa, em Leiria ou do outro lado do atlântico, se falam português ou espanhol. À distância de um bit falamos todos a mesma linguagem e vivemos todos no mesmo quarteirão, com os nossos sonhos, as nossas dúvidas e as nossas buscas.
A companhia uns dos outros acaba sendo algo bom e com que contamos, mesmo que não seja mais que uma visita virtual, porque muitas vezes isso basta.
Não é uma substituição do real pelo ilusório, é apenas o reinventar de uma forma de comunicação, de aprendizagem, de admiração e até de amizade.
Não interessa se vivem em Lisboa, em Leiria ou do outro lado do atlântico, se falam português ou espanhol. À distância de um bit falamos todos a mesma linguagem e vivemos todos no mesmo quarteirão, com os nossos sonhos, as nossas dúvidas e as nossas buscas.
A companhia uns dos outros acaba sendo algo bom e com que contamos, mesmo que não seja mais que uma visita virtual, porque muitas vezes isso basta.
Não é uma substituição do real pelo ilusório, é apenas o reinventar de uma forma de comunicação, de aprendizagem, de admiração e até de amizade.
Sem comentários:
Enviar um comentário