del día, de la luna,
ríete de las calles
torcidas de la isla,
ríete de esta torpe
muchacha que te quiere,
pero cuando yo abro
los ojos y los cierro,
cuando mis pasos van,
cuando vuelven mis pasos,
niégame el pan, el aire,
la luz, la primavera,
pero tu risa nunca
por que me moriría."
(Pablo Neruda)
(Pablo Neruda)

6 comentários:
Mí sonrisa será siempre la tuya!
Beso, mí cariño.
PReal
Esquecemos o riso sincero..hoje utiliza-se mais o sorriso de circunstância " Está bom?" amarelecido e vago..outros tempos...
hummm, belo!
Lindo
Saudações amigas
Amei a música! e o post (imagem e poema)!!
E lindaaaaa, tu na tua foto!!!!!!
um beijo!
Ola Montanha Azul (que cor tão bonita, Azul...).
Adoro Neruda e este poema em particular. Obrigado por o teres colocado à disposição dos teus leitores (eu passei a ser um deles).
Gostei muito de te ter "conhecido" e de ter lido o teu blogue.
Vou voltar. Beijinhos
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