O Lado Selvagem

Um filme que vi recentemente e que me marcou por várias razões: a coragem e os desafios que Chris McCandless aceitou para viver a vida que desejava, a mensagem do filme, a fotografia, a banda sonora e as fabulosas paisagens do Alasca.
9 comentários:
Porque subo a montanha?
Ainda não encontrei uma razão para este desafio de querer chegar ao cume, mas há uma razão para subir... Cada passo que dou na montanha o meu horizonte ganha novas formas, cada vez mais grandiosas, mais imponentes... como que a convidar me para integrar essa energia do silêncio. beijo carlos
Gosto do teu poema, sim teu porque és tu que o sentes, porque aceitas e valorizas, que o vento da vida te trouxe alegria e prazer é o começo duma vida serena e apaixonada onde cada pequena coisa é um milagre da vida. (NERUDA)
Não gosto tanto do amor, (árvore parasita) que me suga, como se se aproveitasse da minha fragilidade. Não gosto daquilo que me faz sofrer, que me aperta e me condiciona, não gosto do impossivel só porque me faz sofrer ou porque é difícil, porque é um desafio. Não desisti de lutar, quando a sobrevivência está em causa, mas prefiro amar.
fantastic
Parabens Diana está feito com todos os ingredientes da tua forma de ser.Pertencer ao teu leque de amizades é minha prioridade
abraço
afonso
Também vi o filme. No fim do filme a ideia dominante foi de uma vida desperdicada, essencialmente por falta de planeamento. Traçar um plano é fundamental para se atingir os objectivos. Principalmente quando decidimos enfrentar as forças da natureza. Senão corremos o risco de deixarmos o nosso trabalho cá por baixo inacabado e ter um fim triste, como aconteceu com este jovem. Decker
Carlos, tás feito um poeta... Admiro a tua serenidade e sabedoria. Bjs
Obrigada Afonso, caminheiro...vê se apareces! :-)
Decker, Decker...? Eu conheço-te..."Blade Runner"!
Este filme simplesmente nos dá uma lição de vida, (na minha opinião), quantos de nós agarrados aos bens materiais vivemos uma falsa felicidade, somos felizes porque ostentamos perante os outros bens que eles não tem, algo que faz de nós superiores, quando na verdade somos prisioneiros no nosso próprio mundo, cheio de falsos amigos, somos formigas trabalhando para manter posições.
Ele soube ser feliz, num período curto é verdade (mas quantos de nós nem esse período temos de felicidade, durante uma longa vida?). Quando ele tinha a morte como certa não renegou os seus actos pelo contrario apenas deixou escrito AQUI EU FUI FELIZ
Falcão do Norte
Concordo que ele não só renegou os bens materiais, o carro que os pais lhe queriam oferecer, mas tambem as normas de vida que achava falsas e sem sentido, a violência (entre pai e mãe).
Ele queria bastar-se a si próprio, sentir a sua capacidade e essencialmente viver na natureza e fazer parte dela.
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